Pelo título isto deveria ser até uma obrigação nossa, levada
alí na cartilha regrada a cada dia, mas não é bem assim, por vezes (e muitas
vezes mesmo) a gente acaba se contaminando com os problemas, sejam eles grandes
ou meras “picuinhas” .
Estourar por qualquer coisa é bem comum e logo damos mil e uma desculpas, chamamos de estresse, estafa, atribuímos quase sempre à nossa rotina corrida e desgastante.
Estourar por qualquer coisa é bem comum e logo damos mil e uma desculpas, chamamos de estresse, estafa, atribuímos quase sempre à nossa rotina corrida e desgastante.
Pois bem, se esta já é a nossa rotina, e não tem como fugir,
ao menos por hora, então porque não deixar esta rotina inevitável mais fácil,
mais doce?
Tentar levar a vida leve é quase uma filosofia de vida,
exige despendimentos emocionais pra poder enxergar a vida com sutileza e o
superego não tem vez.
Minimizar é a palavra de ordem.
Quando os conflitos surgem, tirar por menos é um viés seguro
além de ser mais prático.
Não depositar energias naquilo que não trará nenhum
benefício a nós é sem sombra de dúvidas mais inteligente; pra que se desgastar com o que não vai te levar à
nada? Tá ganhando aborrecimento à toa? Fala sério, né - coloca no stand-by ou off e pronto!
Minha mãe já dizia: “o ruim por só se destrói”, então, não
dá bola, deixa de lado que uma hora dissipa-se.
Exercite o desapego dos problemas, eles sempre existirão.
Mas o posicionamento diante deles é escolha sua. E porque não escolher a
leveza?
Isto não quer dizer em nada omissão, falta de personalidade
ou negligenciar os problemas que por ventura, em certos casos implicam sim
em atitudes enérgicas e desagradáveis,
mas é claro que não precisa ser sempre.
O que pode ser minimizado, deve ser minimizado.
Permita-se desatracar dos problemas, soltar, desprender.
Seja abolicionista das suas próprias pedras – role-as para o lado, que uma hora
elas ficarão para trás.

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