Ora, não foi tão assim... mas foi, ao menos em partes.
Nestes momentos, ou melhor,
nesta exata hora a cabeça deu um nó, os sentimentos se embaraçaram.
É,
porque eu sou assim,
mi- li- me- tri- ca- men- te precisa. Foi naquela hora que
a ficha caiu e você (Eu) defrontou-se com o tão chato “imprevisto’, o dito por
muitos “normal” e que devemos estar sempre preparados, mas estamos mesmo? Eu
não!
Porque eu não inicio nada esperando pelo pior, ou pelo não
esperado, prefiro não dar bola pra números baixos das estatísticas, meu lado
megalomaníaco bloqueia porcentagens pouco expressivas.
É né, mas rolou pra mim. Rolou a bola da vez; minha dramaticidade diria que a bola mais soou
como uma bomba chiando. No calor da emoção parece que vai explodir, mas depois
de algumas lágrimas, da mente que estava à todo vapor acalmar-se você percebe
que é só mais uma das muitas bombas –
não tá acesa, o pavio não é curto, mas é claro que eu não estava preparada
para segurá-la.
Que bom que existe o amanhã (depois do choro, claro) Para
aquietar-se? Também, mas não só pra isso. Para dar coragem, pra refletir, pra
quebrar a cara por quebrar a cara, pra nos tirar da zona de conforto ou
simplesmente pra dizer que as coisas são assim e pronto! As coisas não se
desenham como a gente quer a todo momento.
Muitas pessoas dizem que isso é o que faz a vida ter graça,
afinal, tudo previsível demais é chato e torna a vida sem emoção, mas confesso
que no meu íntimo, se fosse possível banir qualquer inesperado ruim, assim eu o
faria. Eu só quero o bom e fim.

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